EA anuncia demissão em massa nos estúdios de Battlefield 6, mesmo após recordes do título






A Electronic Arts iniciou uma nova rodada de demissões envolvendo equipes responsáveis pela franquia Battlefield 6. A decisão ocorre poucos meses após o lançamento do jogo, que alcançou resultados comerciais recordes para a série.

Segundo informações divulgadas por fontes internas da indústria, os cortes fazem parte de um processo de reestruturação corporativa. A medida atinge diversos departamentos ligados ao desenvolvimento e suporte contínuo do título.


Os desligamentos anunciados pela EA esta semana impactam profissionais de quatro estúdios importantes ligados à franquia Battlefield. Entre eles aparecem o DICE, Criterion Games, Ripple Effect Studios e Motive Studio, todos envolvidos na produção ou manutenção do recente Battlefield 6.

Funcionários afetados teriam sido informados de que os cortes fazem parte de um “realinhamento estratégico” interno. O objetivo envolve reorganizar equipes responsáveis por manter o modelo live-service do jogo e desenvolver novos conteúdos para o título.

Apesar da redução de pessoal, os quatro estúdios continuam operando normalmente. A editora não divulgou números oficiais sobre quantos profissionais foram afetados pela reestruturação.

A situação chama atenção por ocorrer em meio a um dos maiores sucessos recentes da empresa. Lançado em 10 de outubro de 2025, Battlefield 6 apresentou números expressivos logo nos primeiros dias no mercado.

O jogo vendeu 7 milhões de cópias em apenas três dias e registrou pico de 747.440 jogadores simultâneos na plataforma Steam. Nos Estados Unidos, o título também terminou 2025 como o jogo mais vendido do ano.

Além do contraste entre sucesso comercial e cortes internos, o momento marca fase turbulenta dentro da Electronic Arts. A empresa ainda lida com impacto causado pela morte de Vince Zampella, veterano executivo ligado à franquia.

Paralelamente, undefined. Um consórcio formado pelo Public Investment Fund, pela Silver Lake e pela Affinity Partners negocia a compra da editora.

A conclusão da operação está prevista para o primeiro trimestre do ano fiscal de 2027. Mesmo assim, fontes internas afirmam que a direção da empresa garantiu aos funcionários que os cortes recentes não possuem relação direta com a negociação em andamento.

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