Os jogadores assumem o papel de One, uma jovem Lenda lançada de cabeça em um multiverso fragmentado onde forças ancestrais despertam, dimensões colidem e uma entidade misteriosa chamada Paradoxo parece determinada a estragar o dia de todo mundo. Sem pressão. (Tudo bem, talvez um pouco. Afinal, é uma crise no multiverso).
Quebre regras. Explore. Brinque com o mundo.
No coração de Fading Echo está um sistema de gameplay construído em torno da água e das interações entre os elementos. Os jogadores podem se transformar em água para atravessar cenários, descobrir caminhos secretos, resolver enigmas ambientais e criar novas possibilidades durante os combates. Água, vapor, terreno, inimigos e forças elementais reagem uns aos outros, incentivando a experimentação e permitindo que cada encontro seja enfrentado de diversas maneiras.
À medida que One desbloqueia novas habilidades, tanto a exploração quanto o combate evoluem junto com o próprio mundo, abrindo espaço para soluções criativas e situações emergentes ao longo da aventura.
A jornada começa em Corel, uma realidade sustentada por boas intenções e pouco mais do que isso: ilhas flutuantes, portais instáveis, civilizações esquecidas e criaturas que definitivamente não faziam parte do plano original. A partir daí, portais etéreos levam os jogadores a realidades cujas regras mudam constantemente. Ambientes se transformam, ecossistemas reagem às habilidades do jogador e tecnologias ancestrais seguem suas próprias vontades. Dominar Fading Echo não significa decorar sistemas, mas entender como eles interagem entre si — e provocar essas colisões de propósito.
Heróis improváveis, aliados duvidosos e uma baleia voadora
Salvar um multiverso exige trabalho em equipe. Ao longo da jornada, One encontrará heróis improváveis, familiares disfuncionais, mistérios ancestrais e pelo menos uma baleia voadora, cuja explicação continuará sendo um segredo.
Algumas coisas são melhores quando descobertas por conta própria.
Para dar vida a esse universo, Fading Echo conta com um elenco de voz em português repleto de grandes nomes, incluindo Carol Valença, Guilherme Briggs, Flávia Saddy, Leo Rabello, Adriana Torres e Reginaldo Primo, além de uma trilha sonora original composta por Maxwell Sterling, criada para acompanhar cada transformação, impacto, salto e descoberta.
"Fading Echo começou com um sonho simples: criar um mundo com o qual os jogadores realmente pudessem brincar", afirmou Sylvain Sechi, chefe do estúdio Emeteria. "Cada mecânica, quebra-cabeça e ambiente foi pensado para incentivar a experimentação e recompensar a curiosidade. Ver os jogadores finalmente mergulhando no jogo é extremamente empolgante para toda a equipe".
"Desde o início, nosso objetivo foi criar um mundo onde os jogadores pudessem experimentar de verdade. Em Fading Echo, a água não é apenas um poder — ela é a forma como você interage com todo o jogo", disse Emmanuel Obert, Chief Content Officer da New Tales. "Seja explorando, resolvendo quebra-cabeças ou enfrentando inimigos, queríamos que cada sistema incentivasse a curiosidade e recompensasse o pensamento criativo".
"Fading Echo é resultado de anos de paixão, criatividade e colaboração de toda a equipe. Desde o primeiro dia, nossa ambição foi criar um mundo capaz de despertar a curiosidade e recompensar a exploração. Ver essa visão ganhar vida foi uma jornada incrível, e estamos muito animados para que os jogadores finalmente conheçam tudo o que construímos." — Sylvain Sechi, chefe do estúdio Emeteria.
Mergulhe no jogo
Fading Echo já está disponível para PC via Steam e Epic Games Store por R$ 49,99. As versões para PlayStation 5 e XBOX Series X|S serão lançadas ainda este ano.
Acompanhe Fading Echo no YouTube, Instagram e TikTok. Entre também no servidor oficial do Discord para descobrir mais sobre a história do jogo, conferir conteúdos de bastidores e acompanhar as próximas novidades preparadas pela equipe. |
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